Vereador Professor Alexandre faz moção de repúdio ao governo por conta do parcelamento do pagamento dos salários dos professores

Vereador Professor Alexandre faz moção de repúdio ao governo por conta do parcelamento do pagamento dos salários dos professores
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Postado em: 20/06/2018

Em apoio aos professores da rede estadual de ensino que estão em greve, para reivindicar o fim do pagamento parcelado do salário feito pelo governo, o vereador Professor Alexandre fez uma moção de repúdio ao governo de Minas.

 

O vereador explicou ao repórter Jânio Luiz os motivos que o levaram a fazer a moção: “Foi uma moção de repúdio à desvalorização que o governo estadual tem feito através do não pagamento dos salários, do parcelamento dos salários dos professores; até o mês anterior vinha em parcelas e escalas, e esse mês nem a escala que ele se propôs não conseguiu pagar, de forma que algumas pessoas aposentadas e auxiliares de serviço da educação básica, que recebem um pouco mais de um salário mínimo, receberam parcelas de R$368/R$500, isso foi muito vergonhoso, e o governo precisa resolver isso urgente, porque o ano letivo vai ficar prejudicado.”

 

Ainda de acordo com o Prof. Alexandre, a sociedade tem de abraçar a causa da luta dos professores, e não se virar contra eles: “Nós não podemos deixar que a nossa sociedade se volte contra os professores, porque eles tem dado uma aula de luta, de resistência para que o governo cumpra (o pagamento dos salários).”

 

Reforma na Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural preocupa


Uma outra questão que preocupa o vereador, é a possibilidade que surgiu de uma reforma na Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural: “O governo federal em abril, questionou a possibilidade de uma reforma na Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural, que seria um desmonte dos direitos na questão da política pública da inclusão e da educação pública especial. Com essa proposta de “reforma”, o governo quer fazer um desmonte nessa política pública que criou salas de recursos onde as crianças são atendidas de forma diferente, criou o cargo de professor de apoio, que acompanha o aluno dentro das suas peculiaridades e dificuldades em sala de aula, e inclusive, houve a criação de um curso de licenciatura plena em educação especial, para que os professores possam se qualificar nessa área. Então é um repúdio também a esse governo que está tentando desmontar isso.”

 

Lucas Avila/Jânio Luiz- Módulo FM

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