Patos de Minas investiga caso suspeito de mpox, conhecida como “varíola dos macacos”

Patos de Minas investiga caso suspeito de mpox, conhecida como “varíola dos macacos”

Da redação da Módulo FM | Foto: IA/Ilustrativa

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Postado em: 27/02/2026

A Prefeitura de Patos de Minas informou que um homem de 29 anos teve amostra coletada para exame de mpox na quarta-feira (26). O material foi encaminhado para a Fundação Ezequiel Dias, em Belo Horizonte, e o resultado deve sair em cerca de 20 dias.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o paciente é acompanhado pela Vigilância Epidemiológica. Até o momento, não foi identificado vínculo com casos suspeitos ou confirmados da doença.

A doença no Brasil

De acordo com dados do Ministério da Saúde, o Brasil já registrou 88 casos confirmados de mpox neste ano, sendo a maioria em São Paulo (62). Também há registros no Rio de Janeiro (15), Rondônia (4), Minas Gerais (3), Rio Grande do Sul (2), Paraná (1) e Distrito Federal (1). Não há óbitos em 2026. Em 2025, foram contabilizados 1.079 casos e duas mortes no país.

A mpox é causada pelo vírus Monkeypox e se transmite principalmente por contato próximo com pessoa infectada, incluindo contato pele a pele, relação sexual, beijo, secreções respiratórias de curto alcance e também pelo compartilhamento de objetos contaminados, como roupas, toalhas e utensílios.

O período de incubação varia de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21 dias.

O sintoma mais comum é a erupção na pele, com lesões semelhantes a bolhas ou feridas, que podem durar de duas a quatro semanas. Também podem ocorrer febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, cansaço e ínguas.

As lesões podem atingir rosto, mãos, pés, virilha, região genital ou anal. O diagnóstico é feito por exame laboratorial, já que outras doenças podem apresentar sintomas semelhantes.

Não há medicamento específico aprovado para mpox. O tratamento é voltado para aliviar sintomas e evitar complicações. A maioria dos casos é leve ou moderada.

Embora a maioria dos pacientes se recupere em poucas semanas, recém-nascidos, crianças e pessoas com imunidade baixa têm maior risco de quadros graves. Casos mais severos podem exigir internação.

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