Vereadora Marcilene Jacinto rebate acusações de nepotismo e cita funcionária fantasma de Dr. Ari

Postado por: Jornalismo - 13/06/2018 às 14h54

Durante o expediente da 17º reunião ordinária da Câmara Municipal de Patrocínio, a vereadora Marcilene Jacinto (foto) rebateu as acusações de nepotismo da denúncia feita pelo Ministério Público de Minas Gerais, com base em informações passadas pelo vereador Dr. Ari.

 

Em entrevista ao repórter Jânio Luiz, a vereadora deu a seguinte declaração sobre a acusação de nepotismo: “O que eu entendo pela questão de nepotismo é em relação ao parentesco, onde não houve dentro do nosso gabinete por parte do prefeito e nem de nós vereadores.”

 

Sobre contratação da filha


A vereadora comentou também sobre a contratação de sua filha Marcela Jacinto: “Em específico da contratação da minha filha, não era nada escondido, era muito transparente, eu tinha o maior orgulho de que minha filha era funcionária de um posto de saúde; ela é uma excelente profissional, foi recomendada a sua contratação pela própria clínica onde ela estudou, na Uniube, foi o diretor dela que indicou, não foi interferência nenhuma política;  então ela é competente na sua função, trabalhou no período que esteve aqui contratada com eficiência, ela não deu prejuízo, muito pelo contrário, ela deu prestação do seu serviço dentro da legalidade.”

 

Funcionária fantasma do vereador Dr. Ari


Um dos assuntos levantados pelos vereadores na reunião de ontem, foi o fato de o vereador Dr. Ari teria praticado nepotismo na Câmara Municipal com a contratação de uma funcionária fantasma: “O Dr. Ari contratou uma parente no seu gabinete, sendo que ela nunca veio trabalhar, uma funcionária fantasma. Isso sim é imoral, ilegal, é impropriedade administrativa, ele vai ter de responder sobre impropriedade administrativa, vai ter de ressarcir os cofres públicos.”, declarou a vereadora.

 

 Vereador fala sobre funcionária fantasma


O vereador Dr. Ari respondeu ao repórter Jânio Luiz sobre a acusação de ter empregado funcionária fantasma na Câmara Municipal de Patrocínio: “Isso aí aconteceu mesmo, a gente mal informado, inocente, aconteceram coisas, mas eu vou provar que não foi do jeito que eles estão falando, é diferente. Ela era minha prima, mas eu fui procurar saber antes dela entrar aqui, chamei a Teresinha e perguntei se podia por ela aqui, e primo primeiro pode, e ela não precisava bater ponto todo dia; ela é meio doente, tem dificuldade até pra andar, e ela fez um bom trabalho pra mim quando eu estava lá no Serra Negra, aqui ela fazia o trabalho quando eu pedia. Eu sou uma pessoa pública, e não escondo nada, já conversei com a promotora e vou repetir o que disse para ela, não vou mentir, não vou forjar, quero seguir pela verdade.”

 

Lucas Avila/Jânio Luiz

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